Diante do cenário de fortes chuvas nas últimas semanas, aliadas às altas temperaturas, a Prefeitura Universitária reforça a importância da adoção de medidas preventivas contra a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
O período chuvoso aumenta significativamente o risco de formação de criadouros, já que pequenos volumes de água parada são suficientes para a reprodução do mosquito. Assim, é fundamental que toda a comunidade universitária realize uma vistoria cuidadosa em seus espaços de estudo e trabalho internos e externos.
Combate ao Aedes Aegypti na Cidade Universitária
Para vencer a luta contra dengue e demais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti é necessário também que a comunidade acadêmica faça a sua parte, ajudando a cuidar dos seus locais de estudo ou trabalho e denunciando possíveis focos do mosquito à Prefeitura Universitária, de forma que juntos possamos eliminar possíveis criadouros do vetor e zelar pela saúde e bem-estar de toda UFRJ.
Dentre os principais problemas observados na Cidade Universitária, está a presença de resíduos nas áreas internas e externas – uma situação recorrente que contribui circunstancialmente para a formação de focos do mosquito devido ao acúmulo de água nesses locais em decorrência das chuvas. Outro ponto relevante diz respeito à necessidade de intensificação dos serviços de manutenção das áreas verdes e limpeza urbana para evitar a multiplicação de focos. A limpeza diária de recipientes utilizados para a e alimentação de animais, o descarte adequado dos resíduos e a verificação de todas as situações que contribuam para o acúmulo de água como calhas, bases de vasos de plantas, sistemas de drenagem de aparelhos de ar condicionado e geladeira, são exemplos de grande importância para a mitigação dos problemas relacionados.

A PU/UFRJ conta com o apoio da Vigilância Sanitária da Prefeitura do Rio de Janeiro, pela CAP 3.1 (Coordenadoria Geral de Atenção Primária/Vigilância Sanitária/Prefeitura do Rio de Janeiro), para responder às ameaças à saúde pública derivadas da proliferação do vetor de doenças como a dengue, zika e chikungunya. As ações conjuntas visam realizar a verificação periódica da existência de focos de mosquitos, buscando eliminá-los e mitigar os riscos para sua proliferação, através do uso de maquinários, inseticidas e/ou larvicidas. Outra ação da equipe é o monitoramento através da instalação de ovitrampas: armadilhas que consistem em atrair as fêmeas para a colocação de ovos. Nesse processo de trabalho mecânico operacional, cerca de 30 a 40% de fêmeas do mosquito são capturadas do ambiente, evitando assim o aumento do índice de infestação.
A prevenção é uma responsabilidade coletiva e contínua. Pequenas ações rotineiras fazem grande diferença na eliminação de focos do mosquito e na proteção da saúde de toda a comunidade acadêmica. Desta forma, o prefeito da UFRJ, Marcos Maldonado, solicita a colaboração de todas as Unidades para garantir um ambiente seguro e saudável neste início de semestre e a Prefeitura Universitária permanece à disposição para apoiar as medidas necessárias.

Fale com a PU
A Prefeitura Universitária está aberta às contribuições da comunidade acadêmica sobre as questões urbano-ambientais que afetam os campi da UFRJ. Entre em contato 24h através do Whatsapp (21) 99871-1621 ou abra um chamado em nosso site para enviar pedidos, reclamações, dúvidas e sugestões quanto aos serviços ambientais (e os demais prestados pela Prefeitura), inclusive para denúncia de focos de Aedes aegypti e também para informações e/ou solicitações de descarte de resíduos e de recicláveis.
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