A Prefeitura Universitária, através do prefeito, Marcos Maldonado, deseja a toda comunidade universitária um Feliz Natal e um Novo Ano de muitas conquistas e aprendizado. Nós, da Prefeitura Universitária, temos o orgulho de termos uma equipe coesa e eficiente, comprometida com a missão e com os valores da nossa Universidade. A PU agradece aos seus servidores e colaboradores que, a cada ano, fazem a UFRJ acontecer, executando serviços de qualidade, com ética, compromisso e responsabilidade. Que em 2026, possamos crescer e trabalhar juntos para o desenvolvimento de uma universidade de excelência e de uma sociedade mais justa, igualitária e inclusiva .
Foi publicado nesta segunda-feira, dia 08/12, o edital 2026 para adesão ao Programa de Gestão e Desempenho (PGD) da Prefeitura Universitária. O documento abre o período de inscrições e estabelece orientações, critérios e procedimentos gerais para selecionar os agentes públicos em exercício na PU interessados (as) em aderir ao PGD no primeiro semestre de 2026, em consonância com a Instrução Normativa PR4 /UFRJ Nº 186, de 25 de agosto de 2025.
Abertura de Processo no SEI pela Unidade de Planejamento (inserir Portaria/Edital PGD/PU 2026, fichas de inscrição dos servidores do Plano de Trabalho do Setor – PES, Planos Individuais de Trabalho – PIT e o Termos de Ciência e Responsabilidade – TCR, nesta ordem)
12/01/2026 a 16/01/2026
Divulgação do edital
08/12/2025
Período de inscrições via e-mail
08/12/2025 a 02/01/2026
Divulgação do resultado preliminar via e-mail
12/01/2026
Prazo para recursos via e-mail
12/01/2026 a 16/01/2026
Divulgação do resultado final
20/01/2026
Prazo para validação dos planos pactuados pela chefia imediata no SEI
08/12/2025 a 12/01/2026
Início do PGD na Unidade
26/01/2026
Para dúvidas, entre em contato com a Comissão Setorial do PGD da PU pelo e-mail: pgd@pu.ufrj.br .
Sobre o PGD
O Programa de Gestão e Desempenho é uma ferramenta que regulamenta o desenvolvimento das atividades laborais, baseada em acordos firmados (plano de trabalho) entre os agentes públicos envolvidos, em substituição ao método vigente, que contempla a verificação do trabalho pelas horas registradas em controle de frequência.
As características mais marcantes do PGD, são:
PGD não é sinônimo de teletrabalho e/ou trabalho remoto! Ele pode ser realizado nas seguintes modalidades: trabalho presencial e teletrabalho parcial ou integral.
Poderão aderir ao PGD os(as) agentes públicos(as) que realizem atividades cujas características permitam a medição do trabalho realizado por meio das suas entregas pactuadas, sem reduzir a capacidade de atendimento da unidade.
O teletrabalho não abrange as atividades cuja natureza exija, exclusivamente, a presença física do(a) participantes.
A equipe de trabalho, em conjunto com a chefia imediata, deverá avaliar as atividades previstas quanto ao seu cumprimento e adequação, após a conclusão dos planos de trabalho da equipe e individuais, com conceitos que definirão se as entregas cumpriram o que foi pactuado, não implicando, contudo, em efeitos sobre a carreira dos(as) agentes públicos.
Outro ponto que merece destaque é que a adesão ao PGD é voluntária, tanto para unidade como para o(a) agente público(a). Importante lembrar também que a adesão não gera direito adquirido, podendo ser revogada no interesse público ou necessidade da Administração ou dos(as) participantes.
A Prefeitura Universitária informa que, em razão da suspensão das atividades didáticas nesta quarta-feira, 26/11, nos turnos da tarde e noite, no campus localizado na Ilha do Fundão – devido à operação policial realizada no entorno da Cidade Universitária – as linhas intercampi também serão suspensas, exceto a linha que sairá da Praia Vermelha às 15h30 com destino à Cidade Universitária e a linha que sairá da Cidade Universitária com destino à Praça XV às 16h15, trazendo às 17h15 os alunos que retornam dos cursos das unidades do Centro.
Torcedores do Clube de Regatas do Flamengo irão acompanhar o trajeto de ida dos jogadores e da comissão técnica à final da Taça Libertadores da América nesta quarta-feira, 26/11. O voo sairá às 17h do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão) e a torcida irá se concentrar em dois pontos da Cidade: no Centro de Treinamento do clube (Ninho do Urubu), em Vargem Grande, e no Terminal do BRT Aroldo Melodia, no Fundão.
A prefeitura do Rio de Janeiro organizou um esquema especial de trânsito, a partir das 14h, com mudanças nos pontos onde haverá concentração da torcida, incluindo o fechamento total da Ponte Velha do Galeão e de parte da Estrada do Galeão, na pista sentido Centro, entre a alça de acesso à Ponte Nova e a alça de acesso da Linha Vermelha (sentido Duque de Caxias).
Considerando o grande deslocamento de torcedores pela cidade e sua concentração no BRT Fundão, a Prefeitura Universitária solicita que a comunidade acadêmica tente evitar as regiões afetadas, buscando rotas alternativas para o seu deslocamento.
Paralisação provocará suspensão do abastecimento na Capital e em partes da Baixada, com possíveis reflexos na Cidade Universitária e outros campi da UFRJ
O Sistema Guandu passará por uma paralisação na próxima terça-feira , 25 de novembro, das 2h às 20h. Serão mais de 100 serviços que envolverão cerca de 500 profissionais para a instalação de novos equipamentos, limpeza de estruturas, inspeções de segurança e ações de manutenção.
Desta forma, a Prefeitura Universitária solicita que as unidades acadêmicas armazenem e planejem o consumo de água até a regularização do abastecimento, que ocorrerá de forma gradual após a conclusão dos serviços, com previsão de restabelecimento de 100% da produção do Sistema Guandu até as 2h do dia 26/11.
Sistema Guandu: Cedae faz manutenção anual no dia 25 de novembro
A Cedae vai realizar a manutenção anual do Sistema Guandu no dia 25 de novembro, das 2h às 20h. Para executar a ação, será necessário paralisar a operação da Estação de Tratamento de Água (ETA) Guandu e da Elevatória do Lameirão, interrompendo a produção de água para os municípios do Rio de Janeiro, Duque de Caxias, São João de Meriti, Nova Iguaçu, Mesquita, Nilópolis, Belford Roxo e Queimados.
A intervenção vai mobilizar mais de 500 profissionais da Companhia em cerca de 100 serviços, que incluem instalação de novos equipamentos, ajustes eletromecânicos, inspeções de segurança, revisão e substituição de peças, além da limpeza de estruturas que não podem ser acessadas durante a operação normal.
– Esse é o momento em que realizamos correções preventivas e reduzimos o risco de falhas que possam ocasionar paradas não programadas. Esses trabalhos são fundamentais para assegurar a regularidade da produção de água, principalmente durante o verão, quando o consumo aumenta – explica José Ricardo Brito, diretor de Saneamento e Grande Operação da Cedae.
O objetivo é garantir um sistema mais seguro, moderno e preparado para atender mais de 10 milhões de habitantes na Região Metropolitana do Rio.
A operação do Sistema Guandu será retomada de forma gradual após a conclusão dos serviços, com previsão de atingir 100% da capacidade de produção de água até as 2h do dia 26.
A Cedae orienta a população a armazenar água para o período, adiando tarefas não essenciais que demandem grande consumo. A distribuição de água nas localidades atendidas é de responsabilidade das concessionárias Águas do Rio, Iguá e Rio+Saneamento, de acordo com suas respectivas áreas de atuação.
A Prefeitura Universitária, através da Divisão de Transporte Público, informa que, no dia 21/11, sexta-feira, em razão do recesso pelo feriado do Dia da Consciência Negra, previsto no calendário acadêmico, os ônibus intercampi serão suspensos e os ônibus internos na Cidade Universitária circularão com intervalos maiores.
Cancela de acesso ao campus Praia Vermelha na Avenida Venceslau Brás
Na última segunda-feira, dia 10 de novembro, o campus Praia Vermelha recebeu a instalação de cancelas automáticas nos acessos das Rua Lauro Muller e Avenida Venceslau Brás.
Os equipamentos substituem os antigos, trazendo mais segurança ao corpo social e promovendo maior eficiência no controle de acesso de veículos ao campus, evitando congestionamentos e circulação de veículos não autorizados.
Instalação de cancelas automáticas no campus Praia Vermelha
O subprefeito da Praia Vermelha, André Maximiano, falou sobre a substituição:
“As antigas cancelas já estavam em uso há mais de dez anos e apresentavam falhas recorrentes, com custos crescentes de manutenção. A troca por equipamentos novos e mais modernos representa um avanço importante na segurança patrimonial, além de otimizar o fluxo de veículos, reduzindo filas e agilizando o acesso dos servidores, estudantes e visitantes autorizados”.
O novo sistema está funcionando plenamente e foi acompanhado pela equipe técnica da Subprefeitura da Praia Vermelha, que também será responsável pela manutenção preventiva e pelo monitoramento do uso cotidiano.
Cancelas novas já em funcionamento no campus Praia Vermelha
O prefeito universitário, Marcos Maldonado, também comentou sobre a iniciativa:
“A substituição das cancelas faz parte de um projeto de modernização da administração do campus, que busca promover mais organização, segurança, conforto e qualidade de vida para a comunidade acadêmica. Estamos atentos às demandas da comunidade e seguimos trabalhando firme para concretizar as melhorias que o campus precisa, apesar das restrições orçamentárias”.
Parque da Mata Atlântica Frei Vellozo (Catalão)| Foto: Alfredo Heleno
Celebrado em 7 de novembro, o Dia da Floresta e do Clima chama atenção para a importância da vegetação na regulação térmica do planeta e no equilíbrio ambiental das cidades. As florestas, sejam elas extensas áreas naturais ou pequenos fragmentos urbanos, desempenham papel fundamental na absorção de carbono, na manutenção da umidade do ar e na redução da temperatura. Em tempos de aquecimento global, o verde é uma das principais ferramentas de adaptação e mitigação climática.
No Rio de Janeiro, uma das capitais mais quentes do país, o aumento das ilhas de calor urbanas é um desafio crescente. Regiões densamente edificadas, com pouca arborização e grandes superfícies pavimentadas, chegam a registrar temperaturas até 7°C superiores às de áreas arborizadas. Na Cidade Universitária, a Prefeitura Universitária (PU) atua diretamente para enfrentar esse fenômeno, promovendo o manejo e a ampliação das áreas verdes do campus, o plantio de árvores e o cuidado contínuo com a cobertura vegetal.
Essas ações estão alinhadas ao Plano Diretor Ambiental Paisagístico da Cidade Universitária (PDAP, 2017), que estabelece diretrizes para a conservação da flora e o ordenamento ambiental da Ilha do Fundão. O plano define estratégias para a criação de corredores ecológicos, o sombreamento de vias, o plantio de espécies nativas e o aumento da permeabilidade do solo, reduzindo a temperatura local e melhorando o conforto térmico dos usuários. A Prefeitura Universitária coordena esses esforços, transformando o campus em um espaço modelo de urbanismo sustentável e resiliência climática.
Plantio de espécies nativas – Praça dos Poetas – 16/10/23 – COUA/PU
Ampliando essa pauta, o Plano Diretor da UFRJ (PD2030, 2023) e a Política de Sustentabilidade e Educação Regenerativa da UFRJ (SER/UFRJ, 2025) contêm diretrizes alinhadas com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS, 2017), que fortalecem a necessidade de integrar a sustentabilidade às dimensões acadêmica, administrativa e territorial da universidade. Esses instrumentos orientam a adoção de práticas de planejamento ecológico, gestão eficiente de recursos, mobilidade sustentável, redução de emissões e incentivo à pesquisa aplicada em soluções regenerativas. Ao consolidar políticas institucionais voltadas à transição climática e à valorização da biodiversidade, a UFRJ reafirma seu papel como referência nacional na construção de um campus mais verde, inclusivo e comprometido com o futuro do planeta.
A UFRJ, por sua vez, contribui com o debate global sobre clima e sustentabilidade através de sua produção científica e da participação em redes de pesquisa que dialogam diretamente com as discussões da COP30, conferência do clima da ONU que será sediada em Belém do Pará em novembro de 2025. Pesquisas em energia renovável, gestão urbana e mitigação das mudanças climáticas fazem parte do compromisso da universidade com as metas do Acordo de Paris e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
As florestas e áreas verdes da Cidade Universitária cumprem funções que vão além da estética: elas filtram o ar, abrigam fauna, favorecem a drenagem das águas pluviais e proporcionam bem-estar. Manter e ampliar essas áreas é uma estratégia essencial diante dos efeitos do aquecimento global. Cada árvore plantada representa um investimento no futuro, um gesto concreto de ciência, gestão pública e responsabilidade ambiental.
A Prefeitura Universitária informa que a recuperação do asfalto na Cidade Universitária, fruto de parceria entre Prefeitura Universitária (PU), Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa em Engenharia (COPPE) e Centro de Pesquisas, Desenvolvimento e Inovação Leopoldo Américo Miguez de Mello (CENPES) , será reiniciada na próxima segunda-feira, 10 de novembro.
A primeira fase de pavimentação de trechos de asfalto degradado do campus com misturas asfálticas mais sustentáveis aconteceu em maio deste ano e, de acordo com o cronograma do projeto, os novos serviços estão previstos para ocorrer ao longo de todo o mês de novembro, abrangendo o trecho da esquina da Rua Milton Santos até a rotatória Samira Mesquita.
A pavimentação exigirá interdição parcial ao tráfego de trecho na pista de rolamento. Desta forma, a Prefeitura Universitária solicita que a comunidade acadêmica tente evitar as regiões afetadas, buscando rotas alternativas, nos dias de pavimentação das vias.
Capivara (Hydrochorus hydrochaeris) | Foto: Alfredo Heleno de Oliveira
A Semana de Proteção à Fauna, comemorada de 6/10 a 10/10 , é um momento de reflexão e ação voltado à preservação da biodiversidade e ao reconhecimento do valor intrínseco de todas as formas de vida. A data, celebrada anualmente em outubro, reforça o compromisso coletivo com a conservação dos ecossistemas e com a convivência harmoniosa entre seres humanos e animais. No contexto universitário, essa pauta se traduz em práticas concretas de pesquisa, gestão ambiental e sensibilização comunitária.
A fauna exerce papel essencial no equilíbrio dos ecossistemas, garantindo a polinização, o controle biológico de pragas, a dispersão de sementes e a manutenção dos ciclos naturais. Nas cidades, os animais também desempenham funções ecológicas e educativas, aproximando a sociedade da natureza e revelando a importância dos espaços verdes como refúgios de vida. Na Cidade Universitária da UFRJ, essa coexistência é constantemente observada e estudada por servidores e pesquisadores, que vêm ampliando o conhecimento sobre as espécies que habitam o campus e suas relações com o ambiente urbano.
Gambá (Didelphis marsupialis) | Foto: Alfredo Heleno de Oliveira
Entre as espécies mais comuns registradas na Ilha do Fundão estão diversas aves, gambás, capivaras, além de répteis como o teiú, animal bastante conhecido pelos frequentadores do campus. O teiú é um lagarto de grande porte, típico de áreas abertas e bordas de mata, que desempenha papel ecológico importante como controlador de populações de pequenos animais e dispersor de sementes. Apesar de sua aparência imponente, é uma espécie geralmente dócil, que evita o contato com seres humanos e deve ser respeitada em seu habitat natural.
A Prefeitura Universitária, por meio da Agenda Ambiental (PU Ambiental), promove ações contínuas de preservação e monitoramento da biodiversidade local. Tais estudos oferecem subsídios importantes para o planejamento sustentável das áreas verdes e para o fortalecimento da política ambiental da UFRJ.
Teiú (Salvator merinae) | Foto: Alfredo Heleno de Oliveira
A proteção da fauna também se estende às ações cotidianas de manejo das áreas verdes, à recuperação de fragmentos vegetais e ao estímulo à convivência responsável com os animais silvestres e domésticos que circulam pelo campus. A Prefeitura Universitária atua para que os espaços da Cidade Universitária funcionem como ambientes seguros e equilibrados, onde a natureza e a atividade humana coexistam de forma harmônica.
As iniciativas descritas na Semana de Proteção à Fauna dialogam diretamente com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU), especialmente com o ODS 14 (Vida na Água) e o ODS 15 (Vida Terrestre), que tratam da conservação dos ecossistemas aquáticos e terrestres, e também com o ODS 13 (Ação Contra a Mudança Global do Clima), ao promover práticas que fortalecem a resiliência ambiental. Além disso, ao integrar ensino, pesquisa e extensão em prol da biodiversidade, a UFRJ contribui para o ODS 4 (Educação de Qualidade) e o ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis), reforçando o papel das instituições de ensino superior como agentes estratégicos na construção de um futuro mais justo, sustentável e em harmonia com todas as formas de vida.
Marreca-toicinho (Anas bahamensis) | Foto: Alfredo Heleno de Oliveira
A Semana de Proteção à Fauna é, portanto, uma oportunidade de valorizar o papel das universidades na defesa da vida. Ao investir em pesquisa, educação ambiental e infraestrutura verde, a UFRJ reafirma seu compromisso com um desenvolvimento sustentável que reconhece a fauna como parte integrante do patrimônio natural e cultural da instituição. Proteger os animais é também proteger os ecossistemas e garantir um futuro mais equilibrado e ético para as próximas gerações.