PU Em Movimento Nº119

Manutenção de áreas verdes- Desobstrução de via no Parque Nacional da Mata Atlântica Frei Velloso – 26/03/2026 – Coordenação de Operações Urbano-Ambientais (COUA)/PU.
Manutenção de áreas verdes no entorno do Instituto de Física – 26/03/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes- Poda no entorno da Escola de Educação Física e Desportos (EEFD) – 27/03/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes na Praça Edson Abdalla Saad – 27/03/2026 – COUA/PU.
Poda de árvore no Campus da Praia Vermelha – 23/03/2026 e 24/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Poda de árvore no Campus da Praia Vermelha – 23/03/2026 e 24/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia vermelha – 23/03/2026 a 27/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia vermelha – 23/03/2026 a 27/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia vermelha – 23/03/2026 a 27/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Manutenção da Iluminação Pública na Rua Renato Caldas – 23/03/2026 – Divisão de Elétrica Urbana (DIEL)/Coordenação de Infraestrutura Urbana (CIEL)/PU.
Vistoria operacional na Subestação Restaurante Universitário – 24/03/2026 – DIEL/CIEU/PU.
Vistoria operacional na Subestação Parcial B da EEFD – 24/03/2026 – DIEL/CIEU/PU.
Vistoria na rede aérea de Média Tensão na Avenida Carlos Chagas Filho – 26/03/2026 – DIEL/CIEU/PU.

Biodiversidade transforma a Ilha do Fundão em laboratório a céu aberto

Veja aqui a matéria publicada no site Conexão UFRJ.

Capivaras caminham tranquilamente pelas trilhas, saguis saltam entre as árvores e aves sobrevoam a Baía de Guanabara. A cena pode surpreender quem chega pela primeira vez, mas faz parte do cotidiano de quem circula pela Cidade Universitária da UFRJ, na Ilha do Fundão. Entre manguezais, trechos de mata e áreas verdes, o campus ainda preserva vestígios do antigo arquipélago que deu origem à região.

A proposta de criação da Cidade Universitária, apresentada em 1945, transformou profundamente o território. Um amplo projeto de aterro unificou oito ilhas, abrindo espaço para a construção de prédios, avenidas e centros de pesquisa. Mesmo assim, parte da natureza original resistiu às mudanças e continua a sustentar a diversidade de fauna e flora que encontram abrigo e alimento no campus.

Hoje, o Fundão funciona como um verdadeiro laboratório a céu aberto. Ali, a história do território se cruza com a produção científica e iniciativas de preservação ambiental, mostrando que a biodiversidade não apenas resiste, mas segue inspirando pesquisas e ações de conservação.

Do arquipélago ao campus

Até meados do século XX, a região onde hoje está a Cidade Universitária era um arquipélago formado por oito ilhas — cinco menores, Baiacu, Cabras, Catalão, Pindaí do França e Pindaí do Ferreira, e três maiores, Sapucaia, Bom Jesus e Fundão. Entre 1949 e 1952, as ilhas foram unificadas por meio de um amplo projeto de aterro que viabilizou a construção do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Décadas depois, no entanto, a natureza voltou a ocupar parte desse espaço. Até 2025, mais de duzentas espécies foram registradas na região pelo servidor e ambientalista Alfredo Heleno de Oliveira, que monitorou a área por anos. 

Segundo Vera Rodrigues, coordenadora de Operações Urbano-Ambientais da Prefeitura Universitária, é comum observar capivaras, teiús, cobras, saguis, borboletas, calangos e gambás circulando pelos arredores do campus. Em algumas ocasiões, surgem aparições mais incomuns, como a recente presença de um jacaré, que chamou a atenção da comunidade acadêmica.

Vera destaca que, embora a Cidade Universitária tenha sido criada a partir do aterro de oito ilhas, essa é uma alternativa que atualmente não seria escolhida para a construção de um campus universitário. Para mitigar os impactos das expansões, desde a concepção do primeiro Plano Diretor houve a preocupação de garantir áreas de preservação.

Entre as principais estratégias está a preservação do Catalão, uma das oito ilhas unidas para a construção do campus. A área de 17 hectares é dedicada à preservação ambiental e, em 1997, foi criado o Parque da Mata Atlântica Frei Vellozo, onde estão presentes espécies vegetais do bioma da Mata Atlântica — de ecossistemas de floresta ombrófila, restinga e manguezal — que favorecem a presença de fauna. Além da função ecológica, o espaço é aberto para atividades de ensino, pesquisa e extensão.

Pesquisa e biodiversidade na Cidade Universitária

Por abrigar uma extensa área com fauna e flora remanescentes do antigo arquipélago, o campus do Fundão consolidou-se como um importante campo para pesquisas sobre biodiversidade. Ao longo dos anos, diferentes projetos voltados ao estudo e à preservação ambiental surgiram na Cidade Universitária. Parcerias entre a UFRJ e instituições públicas e privadas também têm destinado recursos a pesquisas e iniciativas socioambientais, fortalecendo ações voltadas à diversidade ecológica do campus.

Um desses projetos é o IlhaViva, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Design da Escola de Belas Artes. A iniciativa foi concebida no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Design Visual (PPGD), em parceria com a L’Oréal, empresa instalada no Parque Tecnológico da UFRJ.

O projeto foi estruturado sob a coordenação das professoras Ana Karla Freire de Oliveira e Madalena Ribeiro Grimaldi, articulando pesquisa acadêmica, design e sustentabilidade a partir das especificidades ambientais da Cidade Universitária.

O IlhaViva desenvolveu um inventário de biodiversidade com base em sete excursões de campo. A identificação e a catalogação das espécies foram realizadas pela equipe do curso de Biologia, com apoio de especialistas e consultas a coleções biológicas de referência e à literatura científica.

O levantamento registrou espécies típicas de manguezal, restinga e Mata Atlântica, incluindo invertebrados, peixes, répteis, aves e mamíferos — entre eles o sagui híbrido, o sabiá-laranjeira, insetos predadores, borboletas e o caranguejo Minuca rapax. Também foram identificados peixes de relevância pesqueira, como a tainha e a sardinha-brasileira, importantes para as comunidades locais. Em 2022, mais de 100 espécies de fauna e flora foram registradas na Ilha do Bom Jesus.

O projeto atuou durante um ano exclusivamente na Ilha do Bom Jesus, localizada no interior da Baía de Guanabara. A área abriga um ecossistema rico e diverso; no entanto, o estuário costeiro sofre pressões decorrentes do grande aporte de resíduos sólidos, do lançamento de esgotos domésticos não tratados e da presença constante de poluentes — fatores que impactam a biodiversidade local.

Como parte da iniciativa, foi criado o site IlhaViva, que reúne o catálogo de registros produzidos pelos pesquisadores, com imagens, áudios e ilustrações sobre a biodiversidade da Ilha do Bom Jesus. A plataforma busca ampliar o acesso às informações, estimular a conscientização ecológica e reforçar a importância da preservação das espécies remanescentes na região.

Os desafios da preservação 

A professora Madalena Grimaldi explica que a poluição da Baía de Guanabara tem provocado impactos significativos sobre a ilha e sua biodiversidade. Entre os principais fatores estão o descarte inadequado de resíduos sólidos, o lançamento de efluentes e a contaminação do solo e dos corpos d’água adjacentes. Esses processos contribuem para a degradação dos ecossistemas locais, comprometem a qualidade ambiental e podem levar à redução da diversidade biológica, ao declínio de espécies sensíveis e à alteração das interações ecológicas.

O enfrentamento da degradação ambiental também figura entre os principais desafios da Prefeitura Universitária. Vera Rodrigues destaca que, no campo da proteção e da melhoria da biodiversidade, uma das prioridades é a mitigação de passivos ambientais — especialmente aqueles relacionados aos resíduos que afetam a Baía de Guanabara e a orla do campus. Somam-se a isso limitações estruturais, como o dimensionamento insuficiente do quadro técnico para atender plenamente às demandas ambientais e a restrição de recursos que impactam a universidade pública.

Mesmo diante desses desafios, diferentes iniciativas conduzidas por pesquisadores da UFRJ buscam contribuir para a preservação ambiental na Cidade Universitária. Entre elas está o projeto Orla Sem Lixo, que propõe soluções de baixo custo para a interceptação e reciclagem de resíduos flutuantes. Outra frente de atuação é o projeto de Restauração de Restinga, voltado à recuperação da vegetação costeira e ao fortalecimento dos ecossistemas associados à orla do campus.

A história do campus universitário também é marcada por transformações profundas no território. Parte dos habitats naturais que originalmente abrigavam a biodiversidade foi suprimida ou modificada em decorrência do desmatamento e da implantação de construções, resultando na perda e na fragmentação de ambientes essenciais para diversas espécies da fauna e da flora.

Ainda assim, a biodiversidade resiste na antiga área insular e segue presente no cotidiano da Cidade Universitária e reforça a importância da atuação da comunidade acadêmica na preservação desse patrimônio natural.

* Texto escrito por Karen Monteiro sob a supervisão da jornalista Pâmella Cordeiro

Nota em resposta ao Bom dia Rio

A respeito de matéria publicada pelo jornal Bom Dia Rio , em 23/03/2026, a Prefeitura Universitária (PU) reitera que os episódios recentes de furto e tentativa de furto na Cidade Universitária refletem o grave cenário de segurança pública enfrentado pelo estado do Rio de Janeiro, sobre o qual cabe, constitucionalmente, o estado do Rio de Janeiro atuar através de suas forças policiais.

As especificidades da Cidade Universitária impõem desafios adicionais à questão da segurança. Inserida na Região Metropolitana, em uma área marcada por desigualdades sociais, a Ilha do Fundão possui cerca de 5,2 milhões de m² de extensão, perímetro totalmente aberto, conexão com importantes vias de acesso e circulação estimada de aproximadamente 120 mil pessoas por dia — fatores que tornam a gestão da segurança ainda mais complexa e sensível.

Entretanto, comprometida com a segurança, o bem-estar e a integridade de seu corpo social, a Universidade Federal do Rio de Janeiro, por meio da Prefeitura Universitária, tem atuado de forma complementar, apoiando as forças de segurança pública. Entre as ações em curso, destacam-se investimentos em câmeras de vigilância e monitoramento, modernização do sistema de iluminação com tecnologia LED, além da intensificação dos serviços de limpeza e manutenção das áreas verdes.

Em relação aos recentes casos de furto e tentativa de furto no estacionamento do Centro de Ciências da Saúde (CCS), mencionados na reportagem, a Prefeitura Universitária informa que vem atuando em parceria com a Decania do CCS na busca de soluções para o problema de segurança nesses espaços.

Entre as medidas propostas, destacam-se intervenções no controle de acesso, melhoria da iluminação, cercamento da área e reforço da vigilância. Ressalta-se que já estão em andamento os projetos para a instalação de cancelas eletrônicas com identificação de placas de veículos nos estacionamento, bem como a aquisição, instalação e manutenção de novas câmeras de monitoramento no campus.

Nesta segunda-feira, o prefeito universitário, Marcos Maldonado, reuniu-se com representantes do 17º Batalhão da Polícia Militar, responsável pelo patrulhamento na Cidade Universitária, para solicitar o reforço do policiamento na região, com vistas à ampliação da segurança da comunidade acadêmica.

A Prefeitura Universitária reafirma seu compromisso com a segurança da comunidade acadêmica e seguirá atuando em articulação com os órgãos competentes, de modo a alinhar estratégias de prevenção e fortalecer as ações combate à criminalidade.

Reunião sobre segurança pública na Cidade Universitária – 23/03/2026

Registro das ocorrências

É imprescindível que as vítimas ou testemunhas de casos de violência realizem o registro da ocorrência na Coordenação de Segurança (Diseg) – e também na Delegacia de Polícia Civil – a fim de consolidar a mancha criminal e orientar o patrulhamento das vias no campus. O registro das ocorrências permite que sejam consolidadas estatísticas criminais, que identificam as áreas que necessitam de maior atenção.

Para tanto, a Prefeitura Universitária está disponível, 24h por dia, para receber dúvidas, solicitações, reclamações e sugestões, da comunidade acadêmica através dos contatos do Centro de Controle Operacional (CCO) e da Diseg:
• CCO: (21) 99871-1621 (Whatsapp 24h)
• Diseg Fundão (21) 97380-2554
• Diseg Praia Vermelha (21) 99207- 4042.

PU Em Movimento Nº118

Poda de árvores no Campus da Praia Vermelha, próximo ao Palácio Universitário e à FUJB – 19/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Poda de árvores no Campus da Praia Vermelha, próximo ao Palácio Universitário e à FUJB – 19/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Horto Botânico do Museu Nacional – 19/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Manutenção de áreas verdes no prédio Jorge Machado Moreira (JMM) – 20/03/2026 – Coordenação de Operações Urbano-Ambientais (COUA)/Prefeitura Universitária (PU).
Manutenção de áreas verdes – Contenção de vegetação costeira para mitigacão de erosão do terreno – 19/03/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes no entorno da Faculdade de Letras- 17/03/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes no estacionamento do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (HUCFF) – 17/03/2026 – COUA/PU.
Instalação de banner em galhardetes – 17/03/2026 – Seção de Manutenção/ Administração de Sede/PU.
Manutenção Corretiva da Iluminação Pública na Rua Lobo Carneiro – 16/03/2026 – Divisão de Elétrica Urbana (DIEL)/Coordenação de Infraestrutura Urbana (CIEU)/PU.
Manutenção Preventiva na Subestação de Energia Elétrica em Alta Tensão Zona Industrial – 19/03/2026 – DIEL/CIEU/PU.
Manutenção Corretiva da Iluminação Pública na Avenida Horácio Macedo – 18/03/2026 – DIEl/CIEU/PU.
Manutenção Corretiva da Iluminação Pública na Avenida Luís Fernando Caldas – 17/03/2026 – DIEL/CIEU/PU.
Manutenção Corretiva da Iluminação Pública na Avenida Pedro Calmon – 16/03/2026 – DIEL/CIEU/PU.

UFRJ sem Dengue

Diante do cenário de fortes chuvas nas últimas semanas, aliadas às altas temperaturas, a Prefeitura Universitária reforça a importância da adoção de medidas preventivas contra a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

O período chuvoso aumenta significativamente o risco de formação de criadouros, já que pequenos volumes de água parada são suficientes para a reprodução do mosquito. Assim, é fundamental que toda a comunidade universitária realize uma vistoria cuidadosa em seus espaços de estudo e trabalho internos e externos.

Combate ao Aedes Aegypti na Cidade Universitária

Para vencer a luta contra dengue e demais doenças transmitidas pelo Aedes aegypti é necessário também que a comunidade acadêmica faça a sua parte,  ajudando a cuidar dos seus locais de estudo ou trabalho e denunciando possíveis focos do mosquito à Prefeitura Universitária, de forma que juntos possamos eliminar possíveis criadouros do vetor e zelar pela saúde e bem-estar de toda UFRJ.

Dentre os principais problemas observados na Cidade Universitária, está a presença de resíduos nas áreas internas e externas – uma situação recorrente que contribui circunstancialmente para a formação de focos do mosquito devido ao acúmulo de água nesses locais em decorrência das chuvas. Outro ponto relevante diz respeito à necessidade de intensificação dos serviços de manutenção das áreas verdes e limpeza urbana para evitar a multiplicação de focos. A limpeza diária de recipientes utilizados para a e alimentação de animais, o descarte adequado dos resíduos e a verificação de todas as situações que contribuam para o acúmulo de água como calhas, bases de vasos de plantas, sistemas de drenagem de aparelhos de ar condicionado e geladeira, são exemplos de grande importância para a mitigação dos problemas relacionados.

Descarte irregular de resíduos e acúmulo de água favorecem a proliferação de vetores | Foto: Coordenação de Operações Urbano-Ambientais (COUA) /Prefeitura Universitária (PU)

A PU/UFRJ conta com o apoio da Vigilância Sanitária da Prefeitura do Rio de Janeiro, pela CAP 3.1 (Coordenadoria Geral de Atenção Primária/Vigilância Sanitária/Prefeitura do Rio de Janeiro), para responder às ameaças à saúde pública derivadas da proliferação do vetor de doenças como a dengue, zika e chikungunya. As ações conjuntas visam realizar a verificação periódica da existência de focos de mosquitos, buscando eliminá-los e mitigar os riscos para sua proliferação, através do uso de maquinários, inseticidas e/ou larvicidas.  Outra ação da equipe é o monitoramento através da instalação de ovitrampas: armadilhas que consistem em atrair as fêmeas para a colocação de ovos. Nesse processo de trabalho mecânico operacional, cerca de 30 a 40% de fêmeas do mosquito são capturadas do ambiente, evitando assim o aumento do índice de infestação.

A prevenção é uma responsabilidade coletiva e contínua. Pequenas ações rotineiras fazem grande diferença na eliminação de focos do mosquito e na proteção da saúde de toda a comunidade acadêmica. Desta forma, o prefeito da UFRJ, Marcos Maldonado, solicita a colaboração de todas as Unidades para garantir um ambiente seguro e saudável neste início de semestre e a Prefeitura Universitária permanece à disposição para apoiar as medidas necessárias.

Fale com a PU

A Prefeitura Universitária está aberta  às contribuições da comunidade acadêmica sobre as questões urbano-ambientais que afetam os campi da UFRJ. Entre em contato 24h através do Whatsapp (21) 99871-1621 ou abra um chamado em nosso site para enviar pedidos, reclamações, dúvidas e sugestões quanto aos serviços ambientais (e os demais prestados pela Prefeitura), inclusive para denúncia de focos de Aedes aegypti e também para informações e/ou solicitações de descarte de resíduos e de recicláveis.

Clique aqui e saiba mais sobre a dengue.

PU Em Movimento Nº117

Manutenção Preventiva na Subestação de Energia Elétrica em Alta Tensão CT/J1 IMA – 12/03/2026 – DIEL/CIEU/PU.
Manutenção Corretiva da Iluminação Pública na Avenida Pedro Calmon- 10/03/2026 – DIEL/CIEU/PU.
Manutenção Preventiva da Iluminação Pública na Avenida Carlos Chagas Filho- 09/03/2026 – DIEL/CIEU/PU.
Manutenção de áreas verdes no Instituto de Estudos em Saúde Coletiva (IESC) – 13/03/2026 – Coordenação de Operações Urbano-Ambientais (COUA)/PU.
Manutenção de áreas verdes na Faculdade de Letras – 09/03/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes no Campo de futebol da PU – 10/03/2026 – COUA/PU


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Manutenção de áreas verdes na Avenida Pedro Calmon – 10/03/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes no IESC – 13/03/2026 – COUA/PU.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 09/03/2026 a 13/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 09/03/2026 a 13/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 09/03/2026 a 13/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 09/03/2026 a 13/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Rega de jardins no Campus da Praia Vermelha – 13/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 09/03/2026 a 13/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Reforma de calçada na Avenida Carlos Chagas Filho – 11/03/2026 – Divisão de Manutenção Civil Urbana (DIMA)/CIEU/PU.
Fixação de placas no Banco Vermelho – 10/03/2026 e 11/03/2026 – DIMA/CIEU/PU.
Serviço de calçada concluído na esquina da Rua Carlos Chagas e Rua Professor Rodolpho Paulo Rocco – 11/03/2026 – DIMA/CIEU/PU.

UFRJ instala bancos vermelhos em seus campi como símbolo de enfrentamento ao feminicídio

Veja reportagem da UFRJ aqui.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inaugurou nesta segunda-feira (9/3) quatro bancos vermelhos nos campi da Cidade Universitária, na Ilha do Fundão, e da Praia Vermelha. As instalações simbolizam o enfrentamento ao feminicídio e à violência contra as mulheres e passam a integrar uma mobilização nacional promovida pelo Instituto Banco Vermelho (IBV) em parceria com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Os bancos, posicionados em áreas de grande circulação, trazem mensagens como “Você não está sozinha. Sentar e refletir. Levantar e agir”. A iniciativa busca chamar a atenção da sociedade para a gravidade da violência de gênero e manter viva a memória das vítimas. Segundo dados do Instituto Banco Vermelho, o Brasil é o quinto país do mundo que mais mata mulheres: em média, ocorre um feminicídio a cada seis horas. A mobilização  está relacionada à Lei Federal nº 14.942, de 2024, que instituiu o Banco Vermelho como política pública de prevenção à violência contra a mulher.

O reitor da UFRJ, Roberto Medronho, participou das quatro cerimônias de inauguração realizadas ao longo do dia e destacou o significado do gesto simbólico para a universidade e para a sociedade. “É um prazer e uma honra estar neste momento lutando contra o machismo estrutural, contra a misoginia e em favor da vida das mulheres”, afirmou. “A miscigenação deste país foi construída através do estupro de mulheres escravizadas. Temos que erradicar a cultura do estupro da nossa sociedade”, disse Medronho. 

A vice-reitora Cássia Turci ressaltou que a adesão da UFRJ à campanha reafirma o compromisso institucional com a defesa da vida e o enfrentamento de todas as formas de violência contra a mulher. “Ao instalar esse símbolo em nossos campi, provocamos uma reflexão cotidiana e necessária sobre o enfrentamento do feminicídio e a construção de uma cultura de paz. Como centro de formação e debate, a universidade tem o dever de ser um farol na conscientização e no acolhimento, transformando a memória e a indignação em ações concretas de prevenção, educação e justiça.”

Cortejo e mobilização cultural

As cerimônias foram acompanhadas por um cortejo formado majoritariamente por mulheres vestidas de vermelho. A ação performática reuniu música, dança e poesia e foi idealizada por professoras da Escola de Educação Física e Dança (EEFD), com participação da ouvidora da Mulher da UFRJ, Angela Brêtas, e da ouvidora-geral, Katya Gualter.

Durante as atividades, também foi distribuída a cartilha “Feminicídio: uma violência evitável”, com informações de conscientização e orientação sobre prevenção e denúncia.

Para Angela Brêtas, a iniciativa tem caráter pedagógico e busca ampliar o debate sobre a violência de gênero.“A intenção é chamar a atenção, de forma mais ampla e impactante, sobre o feminicídio e todas as demais formas de violência contra a mulher. A cor vermelha do banco faz menção ao sangue das mulheres derramado cotidianamente e também funciona como um alerta pela vida. Não podemos naturalizar pequenos gestos violentos e de desrespeito. Os homens precisam ser aliados nesta luta.”

Onde estão os bancos

Na Cidade Universitária, os bancos vermelhos foram instalados em três pontos do campus:

  • Arena do Centro de Convivência, no Bloco L do Centro de Ciências da Saúde (CCS)
  • Hall do Bloco A do Centro de Tecnologia (CT) e do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN)
  • Corredor principal da Faculdade de Letras, no Centro de Letras e Artes (CLA)
  • No campus da Praia Vermelha, o banco foi instalado entre a Escola de Serviço Social e o Instituto de Psicologia.

Expansão da iniciativa

A mobilização continua nesta terça-feira (10/3), com a instalação de mais dois bancos vermelhos em Macaé: no Centro Multidisciplinar e  no Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (Nupem).

A universidade também prevê novas instalações ao longo de março no campus Duque de Caxias e no polo Casa da Pedra, no Cariri, Ceará.

Canais de acolhimento e denúncia

Na UFRJ, mulheres da comunidade universitária que enfrentam situações de violência ou assédio podem procurar a Ouvidoria da Mulher, que oferece atendimento e orientação por diferentes canais:

  • Plataforma Fala.BR
  • e-mail: secouvidoria@reitoria.ufrj.br
  • telefone: (21) 99782-4462
  • Instagram: @ouvidoriaufrj

A população em geral também pode recorrer à Central de Atendimento à Mulher, pelo telefone 180, serviço do Governo Federal que registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher.

PU Em Movimento Nº116

Limpeza Urbana nos pontos de ônibus do Campus Cidade Universitária (CIDUNI) – 04/03/2026 – COUA/PU.
Limpeza Urbana na Rua Rodolpho Paulo Rocco – 04/03/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes no Largo Wanda de Oliveira- 05/03/2026 – COUA/PU.
Pintura de bancos vermelhos para o Dia Internacional da Mulher – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Divisão de Manutenção Civil Urbana (DIMA)/Coordenação de Infraestrutura Urbana (CIEU)/PU.
Pintura de bancos vermelhos para o Dia Internacional da Mulher – 02/03/2026 a 06/03/2026 – DIMA/CIEU/PU.
Instalação de banner em galhardetes – 05/03/2026 – Seção de Manutenção/ Administração de Sede/PU.
Rega e manutenção de jardins no Campus Praia Vermelha – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Museu Nacional – 03/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.

8M: Dia Internacional da Mulher

A Prefeitura Universitária celebra o Dia Internacional da Mulher como um marco de reafirmação do compromisso institucional com a igualdade de gênero, o enfrentamento à discriminação e o combate a todas as formas de violência contra a mulher.

Que possamos avançar continuamente na construção de uma sociedade mais justa e, em especial, na consolidação de órgãos públicos como espaços verdadeiramente democráticos, diversos e seguros para todas as mulheres — sejam elas trabalhadoras ou usuárias dos serviços públicos. Que sejamos, cada vez mais, instituições que as acolham com empatia e humanidade, promovendo e fortalecendo políticas públicas capazes de enfrentar a violência de gênero e as desigualdades estruturais de forma efetiva, inclusiva e transformadora.

Às trabalhadoras  da PU, expressamos o mais sincero agradecimento pela dedicação, força e competência que demonstram diariamente. Reafirmamos nossa disposição permanente de caminhar lado a lado na luta contínua por igualdade, respeito, liberdade e segurança para todas as mulheres.

Prefeitura universitária

Gestão Marcos Maldonado

UFRJ adere a campanha contra o feminicídio 

Clique aqui e confira a matéria original

Bancos vermelhos localizados em pontos estratégicos dos campi da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com frases como “Você não está sozinha. Sentar e refletir. Levantar e agir ”: a cena descrita, que fará parte da paisagem institucional a partir de segunda-feira, 9/3, marca a adesão da Minerva à ação simbólica e educativa que integra a mobilização nacional das universidades federais no combate à violência contra a mulher. O Brasil é o quinto país do mundo que mais mata mulheres: a cada seis horas há um feminicídio. A iniciativa, coordenada pelo Instituto Banco Vermelho (IBV), foi deliberada em janeiro, durante reunião do Conselho Pleno de Reitores e Reitoras da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

O projeto está relacionado à Lei Federal nº 14.942, de 2024, que instituiu o Banco Vermelho como uma política pública de prevenção à violência contra a mulher. No âmbito da UFRJ, a ação será oficializada por meio da cerimônia de instalação dos respectivos bancos, na segunda-feira, 9/3, em locais de ampla circulação e visibilidade: às 11h30, na Arena do Centro de Convivência, localizada no Bloco L do Centro de Ciências da Saúde (CCS); às 12h15, no hall do Bloco A do Centro de Tecnologia (CT) e do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN); às 13h, no corredor principal da Faculdade de Letras, situado no Centro de Letras e Artes (CLA); às 15h, entre a Escola de Serviço Social e o Instituto de Psicologia, no Campus Praia Vermelha.

 Na ocasião, também haverá um cortejo performático com música, dança e poesia, idealizado e realizado por professoras da Escola de Educação Física e Dança (EEFD) da UFRJ, pela ouvidora da mulher, Angela Brêtas, e pela ouvidora-geral,  Katya Gualter.  

“A intenção é chamar a atenção, de forma mais ampla e impactante, sobre o feminicídio, a violência de gênero e todas as demais formas de violência contra a mulher. A cor vermelha do banco faz menção ao sangue das mulheres, derramado cotidianamente, e também traz um alerta pela vida, pois as mulheres não podem continuar sendo mortas por serem mulheres. Não podemos naturalizar pequenos gestos violentos e de desrespeito. Os homens precisam ser aliados nesta luta. A ideia da iniciativa é conscientizar, educar, criar marcos de memória, além de divulgar os canais de denúncia. Trata-se de uma forma preventiva e pedagógica de promover reflexão acerca das relações que estamos vivendo neste sistema marcado pelo patriarcado, pela misoginia e pelo sexismo”, explica Brêtas, que, juntamente com Gualter, ficou responsável por dar andamento à inauguração dos bancos na UFRJ.

Simbolismos do banco vermelho | Ilustração: Instituto Banco Vermelho (IBV)

Na terça-feira, 10/3, a mobilização pela vida das mulheres continua com a inauguração de mais dois bancos vermelhos na Universidade: às 12h, no Centro Multidisciplinar, e às 16h, no Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (Nupem), ambos em Macaé. A iniciativa ainda prevê instalações no campus Duque de Caxias e no polo Casa da Pedra, localizado no Cariri, Ceará, com datas a serem definidas ainda no mês de março. A vice-reitora da UFRJ, Cássia Turci, destaca o significado da participação da Minerva nesta ação emblemática: 

“A adesão da UFRJ à Campanha do Banco Vermelho reafirma o compromisso inegociável da instituição com a defesa da vida e a erradicação de todas as formas de violência contra a mulher. Ao instalar esse símbolo em nossos campi, provocamos uma reflexão cotidiana e necessária sobre o enfrentamento do feminicídio e a construção de uma cultura de paz. Como centro de formação e debate, a Universidade tem o dever de ser um farol na conscientização e no acolhimento, transformando a memória e a indignação em ações concretas de prevenção, educação e justiça. Participar desta iniciativa é dizer, em uníssono com a comunidade acadêmica, que o silêncio não é uma opção diante da violência”. 

Dados sobre violência contra a mulher | Ilustração: Instituto Banco Vermelho (IBV)

No combate ao silêncio a que se refere Turci, a Ouvidoria da Mulher da UFRJ oferta meios de atendimento e denúncia às mulheres da comunidade universitária que sejam atingidas pelos diversos tipos de violência ou assédio: pela Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação (Fala.BR);  pelo e-mail  secouvidoria@reitoria.ufrj.br; pelo telefone (21 99782-4462) e pelo Instagram  (@ouvidoriaufrj). A população em geral também pode recorrer à Central de Atendimento à Mulher pelo telefone 180, serviço de utilidade pública do Governo Federal que registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgãos competentes.