UFRJ instala bancos vermelhos em seus campi como símbolo de enfrentamento ao feminicídio

Veja reportagem da UFRJ aqui.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) inaugurou nesta segunda-feira (9/3) quatro bancos vermelhos nos campi da Cidade Universitária, na Ilha do Fundão, e da Praia Vermelha. As instalações simbolizam o enfrentamento ao feminicídio e à violência contra as mulheres e passam a integrar uma mobilização nacional promovida pelo Instituto Banco Vermelho (IBV) em parceria com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

Os bancos, posicionados em áreas de grande circulação, trazem mensagens como “Você não está sozinha. Sentar e refletir. Levantar e agir”. A iniciativa busca chamar a atenção da sociedade para a gravidade da violência de gênero e manter viva a memória das vítimas. Segundo dados do Instituto Banco Vermelho, o Brasil é o quinto país do mundo que mais mata mulheres: em média, ocorre um feminicídio a cada seis horas. A mobilização  está relacionada à Lei Federal nº 14.942, de 2024, que instituiu o Banco Vermelho como política pública de prevenção à violência contra a mulher.

O reitor da UFRJ, Roberto Medronho, participou das quatro cerimônias de inauguração realizadas ao longo do dia e destacou o significado do gesto simbólico para a universidade e para a sociedade. “É um prazer e uma honra estar neste momento lutando contra o machismo estrutural, contra a misoginia e em favor da vida das mulheres”, afirmou. “A miscigenação deste país foi construída através do estupro de mulheres escravizadas. Temos que erradicar a cultura do estupro da nossa sociedade”, disse Medronho. 

A vice-reitora Cássia Turci ressaltou que a adesão da UFRJ à campanha reafirma o compromisso institucional com a defesa da vida e o enfrentamento de todas as formas de violência contra a mulher. “Ao instalar esse símbolo em nossos campi, provocamos uma reflexão cotidiana e necessária sobre o enfrentamento do feminicídio e a construção de uma cultura de paz. Como centro de formação e debate, a universidade tem o dever de ser um farol na conscientização e no acolhimento, transformando a memória e a indignação em ações concretas de prevenção, educação e justiça.”

Cortejo e mobilização cultural

As cerimônias foram acompanhadas por um cortejo formado majoritariamente por mulheres vestidas de vermelho. A ação performática reuniu música, dança e poesia e foi idealizada por professoras da Escola de Educação Física e Dança (EEFD), com participação da ouvidora da Mulher da UFRJ, Angela Brêtas, e da ouvidora-geral, Katya Gualter.

Durante as atividades, também foi distribuída a cartilha “Feminicídio: uma violência evitável”, com informações de conscientização e orientação sobre prevenção e denúncia.

Para Angela Brêtas, a iniciativa tem caráter pedagógico e busca ampliar o debate sobre a violência de gênero.“A intenção é chamar a atenção, de forma mais ampla e impactante, sobre o feminicídio e todas as demais formas de violência contra a mulher. A cor vermelha do banco faz menção ao sangue das mulheres derramado cotidianamente e também funciona como um alerta pela vida. Não podemos naturalizar pequenos gestos violentos e de desrespeito. Os homens precisam ser aliados nesta luta.”

Onde estão os bancos

Na Cidade Universitária, os bancos vermelhos foram instalados em três pontos do campus:

  • Arena do Centro de Convivência, no Bloco L do Centro de Ciências da Saúde (CCS)
  • Hall do Bloco A do Centro de Tecnologia (CT) e do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN)
  • Corredor principal da Faculdade de Letras, no Centro de Letras e Artes (CLA)
  • No campus da Praia Vermelha, o banco foi instalado entre a Escola de Serviço Social e o Instituto de Psicologia.

Expansão da iniciativa

A mobilização continua nesta terça-feira (10/3), com a instalação de mais dois bancos vermelhos em Macaé: no Centro Multidisciplinar e  no Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (Nupem).

A universidade também prevê novas instalações ao longo de março no campus Duque de Caxias e no polo Casa da Pedra, no Cariri, Ceará.

Canais de acolhimento e denúncia

Na UFRJ, mulheres da comunidade universitária que enfrentam situações de violência ou assédio podem procurar a Ouvidoria da Mulher, que oferece atendimento e orientação por diferentes canais:

  • Plataforma Fala.BR
  • e-mail: secouvidoria@reitoria.ufrj.br
  • telefone: (21) 99782-4462
  • Instagram: @ouvidoriaufrj

A população em geral também pode recorrer à Central de Atendimento à Mulher, pelo telefone 180, serviço do Governo Federal que registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher.

PU Em Movimento Nº116

Limpeza Urbana nos pontos de ônibus do Campus Cidade Universitária (CIDUNI) – 04/03/2026 – COUA/PU.
Limpeza Urbana na Rua Rodolpho Paulo Rocco – 04/03/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes no Largo Wanda de Oliveira- 05/03/2026 – COUA/PU.
Pintura de bancos vermelhos para o Dia Internacional da Mulher – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Divisão de Manutenção Civil Urbana (DIMA)/Coordenação de Infraestrutura Urbana (CIEU)/PU.
Pintura de bancos vermelhos para o Dia Internacional da Mulher – 02/03/2026 a 06/03/2026 – DIMA/CIEU/PU.
Instalação de banner em galhardetes – 05/03/2026 – Seção de Manutenção/ Administração de Sede/PU.
Rega e manutenção de jardins no Campus Praia Vermelha – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Museu Nacional – 03/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia Vermelha – 02/03/2026 a 06/03/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.

8M: Dia Internacional da Mulher

A Prefeitura Universitária celebra o Dia Internacional da Mulher como um marco de reafirmação do compromisso institucional com a igualdade de gênero, o enfrentamento à discriminação e o combate a todas as formas de violência contra a mulher.

Que possamos avançar continuamente na construção de uma sociedade mais justa e, em especial, na consolidação de órgãos públicos como espaços verdadeiramente democráticos, diversos e seguros para todas as mulheres — sejam elas trabalhadoras ou usuárias dos serviços públicos. Que sejamos, cada vez mais, instituições que as acolham com empatia e humanidade, promovendo e fortalecendo políticas públicas capazes de enfrentar a violência de gênero e as desigualdades estruturais de forma efetiva, inclusiva e transformadora.

Às trabalhadoras  da PU, expressamos o mais sincero agradecimento pela dedicação, força e competência que demonstram diariamente. Reafirmamos nossa disposição permanente de caminhar lado a lado na luta contínua por igualdade, respeito, liberdade e segurança para todas as mulheres.

Prefeitura universitária

Gestão Marcos Maldonado

UFRJ adere a campanha contra o feminicídio 

Clique aqui e confira a matéria original

Bancos vermelhos localizados em pontos estratégicos dos campi da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com frases como “Você não está sozinha. Sentar e refletir. Levantar e agir ”: a cena descrita, que fará parte da paisagem institucional a partir de segunda-feira, 9/3, marca a adesão da Minerva à ação simbólica e educativa que integra a mobilização nacional das universidades federais no combate à violência contra a mulher. O Brasil é o quinto país do mundo que mais mata mulheres: a cada seis horas há um feminicídio. A iniciativa, coordenada pelo Instituto Banco Vermelho (IBV), foi deliberada em janeiro, durante reunião do Conselho Pleno de Reitores e Reitoras da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).

O projeto está relacionado à Lei Federal nº 14.942, de 2024, que instituiu o Banco Vermelho como uma política pública de prevenção à violência contra a mulher. No âmbito da UFRJ, a ação será oficializada por meio da cerimônia de instalação dos respectivos bancos, na segunda-feira, 9/3, em locais de ampla circulação e visibilidade: às 11h30, na Arena do Centro de Convivência, localizada no Bloco L do Centro de Ciências da Saúde (CCS); às 12h15, no hall do Bloco A do Centro de Tecnologia (CT) e do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN); às 13h, no corredor principal da Faculdade de Letras, situado no Centro de Letras e Artes (CLA); às 15h, entre a Escola de Serviço Social e o Instituto de Psicologia, no Campus Praia Vermelha.

 Na ocasião, também haverá um cortejo performático com música, dança e poesia, idealizado e realizado por professoras da Escola de Educação Física e Dança (EEFD) da UFRJ, pela ouvidora da mulher, Angela Brêtas, e pela ouvidora-geral,  Katya Gualter.  

“A intenção é chamar a atenção, de forma mais ampla e impactante, sobre o feminicídio, a violência de gênero e todas as demais formas de violência contra a mulher. A cor vermelha do banco faz menção ao sangue das mulheres, derramado cotidianamente, e também traz um alerta pela vida, pois as mulheres não podem continuar sendo mortas por serem mulheres. Não podemos naturalizar pequenos gestos violentos e de desrespeito. Os homens precisam ser aliados nesta luta. A ideia da iniciativa é conscientizar, educar, criar marcos de memória, além de divulgar os canais de denúncia. Trata-se de uma forma preventiva e pedagógica de promover reflexão acerca das relações que estamos vivendo neste sistema marcado pelo patriarcado, pela misoginia e pelo sexismo”, explica Brêtas, que, juntamente com Gualter, ficou responsável por dar andamento à inauguração dos bancos na UFRJ.

Simbolismos do banco vermelho | Ilustração: Instituto Banco Vermelho (IBV)

Na terça-feira, 10/3, a mobilização pela vida das mulheres continua com a inauguração de mais dois bancos vermelhos na Universidade: às 12h, no Centro Multidisciplinar, e às 16h, no Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (Nupem), ambos em Macaé. A iniciativa ainda prevê instalações no campus Duque de Caxias e no polo Casa da Pedra, localizado no Cariri, Ceará, com datas a serem definidas ainda no mês de março. A vice-reitora da UFRJ, Cássia Turci, destaca o significado da participação da Minerva nesta ação emblemática: 

“A adesão da UFRJ à Campanha do Banco Vermelho reafirma o compromisso inegociável da instituição com a defesa da vida e a erradicação de todas as formas de violência contra a mulher. Ao instalar esse símbolo em nossos campi, provocamos uma reflexão cotidiana e necessária sobre o enfrentamento do feminicídio e a construção de uma cultura de paz. Como centro de formação e debate, a Universidade tem o dever de ser um farol na conscientização e no acolhimento, transformando a memória e a indignação em ações concretas de prevenção, educação e justiça. Participar desta iniciativa é dizer, em uníssono com a comunidade acadêmica, que o silêncio não é uma opção diante da violência”. 

Dados sobre violência contra a mulher | Ilustração: Instituto Banco Vermelho (IBV)

No combate ao silêncio a que se refere Turci, a Ouvidoria da Mulher da UFRJ oferta meios de atendimento e denúncia às mulheres da comunidade universitária que sejam atingidas pelos diversos tipos de violência ou assédio: pela Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação (Fala.BR);  pelo e-mail  secouvidoria@reitoria.ufrj.br; pelo telefone (21 99782-4462) e pelo Instagram  (@ouvidoriaufrj). A população em geral também pode recorrer à Central de Atendimento à Mulher pelo telefone 180, serviço de utilidade pública do Governo Federal que registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgãos competentes.

Prefeitura da UFRJ prepara a Cidade Universitária para o retorno às aulas

A Prefeitura da Universidade Federal do Rio de Janeiro se prepara para voltar a receber os estudantes após o fim do recesso acadêmico na próxima semana. De acordo com planejamento prévio de suas equipes técnicas, a Prefeitura Universitária está executando ações nas áreas de meio ambiente, infraestrutura, trânsito e transporte para garantir a segurança e o bem-estar da comunidade acadêmica.

O prefeito universitário, Marcos Maldonado, avaliou a operação:

” Com o retorno às aulas presenciais após o recesso acadêmico, cerca de 120 mil pessoas devem voltar a circular diariamente na Cidade Universitária e isso requer a intensificação das operações da Prefeitura Universitária. Reconhecemos os desafios para tornar o Fundão  – uma área que possui 5 milhões e 236 mil metros quadrados de extensão e de perímetro aberto – um local mais adequado para as atividades acadêmicas e administrativas. A insuficiência de recursos é uma realidade, mas não é um fator impeditivo para o trabalho da PU. Pelo contrário, as dificuldades são um incentivo a mais para sermos criativos e buscarmos alternativas para executar tudo aquilo que é necessário. E, com muito trabalho e cooperação, estamos fazendo o que o corpo social e as vias públicas da UFRJ precisam: limpando, iluminando, fechando buracos, fiscalizando e reorganizando o transporte público”.

Confira as ações executadas:

Trânsito e Transporte:

A Divisão de Transporte Público (Ditransp) reforçou a fiscalização e orientação quanto à execução do contrato junto à empresa contratada, Real Brasil, com a readequação dos horários e itinerários para o período letivo.

Além disso, a Ditransp apoia os setores da PU com a gerência dos contratos de Caminhão Munck e Retroescavadeira para as atividades de manutenção e limpeza do Campus , manutenção/instalação de câmeras de monitoramento; manutenção, troca e instalação de iluminação pública nos estacionamentos; manutenção de redes de abastecimento e esgotamento de água; apoio para manutenção de calçadas e reparos na área civil e urbana.

 Meio Ambiente

Além das ações de manutenção de áreas verdes e limpeza rotineiras, o foco das ações para o retorno às aulas tem sido atuar onde há maior fluxo de alunos, como, por exemplo, nos pontos de ônibus e no entorno da Residência Estudantil e dos Restaurantes Universitários.

  • Limpeza dos abrigos dos pontos de ônibus
  • Remoção de árvores mortas com risco de queda na Praça dos Poetas e Melhorias no acesso à Residência Estudantil
  • Arborização, revisão de jardins e identificação arbórea com Qr-codes

Infraestrutura Urbana

Iluminação Pública

  • Assegurar 100% de luminárias acesas integrantes do sistema de Iluminação Pública do Campus com modernas luminárias de tecnologia LED;
  • Otimização dos Procedimentos/Processos na rede elétrica visando à redução do tempo para o restabelecimento da energia elétrica dos Prédios, Salas de Aula e Laboratórios.

Manutenção civil urbana  

  • Reconstrução de calçadas;
  • Recomposição de grelhas de bueiros quebradas/roubadas nos principais acessos de pedestres;
  • Pintura de pontos de ônibus;
  • Asfalto a frio pelas principais ruas do Campus.

Manutenção das redes de águas e esgoto urbano

Vistoria visual semanal das redes hidrossanitárias urbanas da Concessionária Águas do Rio para detectar possíveis ocorrências e contato constante com a equipe responsável da Concessionária para a solução de problemas que possam impactar nas atividades cotidianas das unidades.

Ajude a Prefeitura Universitária a cuidar do campus

Utilize o nosso whatsapp (21) 99871-1621 ou abra um chamado para enviar solicitações, sugestões, dúvidas e reclamações sobre os serviços prestados pela PU: transporte (interno e intercampi), trânsito, meio ambiente (manutenção de áreas verdes, limpeza urbana), infraestrutura e manutenção urbanas (água, esgoto e rede elétrica, buracos, sinalização, mobiliário urbano),  abandono de animais  e apoio à segurança. Uma UFRJ melhor a cada dia é trabalho de todos!

PU Em Movimento Nº115

Varrição no Campus da Praia vermelha – 09/02/2026 a 12/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Campus da Praia vermelha – 09/02/2026 a 12/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Varrição no Horto da quinta da Boa vista – 12/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Roçado de área gramada no Horto Botânico do Museu Nacional – 25/02/2026 e 26/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Roçado de área gramada no Horto Botânico do Museu Nacional – 25/02/2026 e 26/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Roçado de área gramada no Observatório do Valongo – 26/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Roçado de área gramada no Campus da Praia Vermelha – 23/02/2026 e 24/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Roçado de área gramada no Campus da Praia Vermelha – 23/02/2026 e 24/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Manutenção de áreas verdes – Desobstrução Arbórea – Centro de Ciências da Saúde (CCS) – 27/02/2026 – Coordenação de Operações Urbano-Ambientais (COUA)/Prefeitura Universitária (PU).
Manutenção de áreas verdes – Desobstrução Arbórea – Instituto de Estudos de Saúde Coletiva (IESC) – 26/02/2026 – COUA/PU.
Limpeza Urbana- Desobstrução de bueiros no campus Cidade Universitária (CIDUNI) – 27/02/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes -Poda – IESC- 23/02/2026 – COUA/PU.
Manutenção de áreas verdes -Poda Campo de Futebol PU – 26/02/2026 – COUA/PU.
Instalação de banner em galhardetes – 10/02/2026 – Seção de Manutenção/ Administração de Sede/PU.
Pintura de bancos – 26/02/2026 – Divisão de Manutenção Civil Urbana (DIMA)/Coordenação de Infraestrutura Urbana (CIEU)/PU.

Campanha de arrecadação para vítimas das chuvas em Minas Gerais

Ciente da gravidade da situação em Minas Gerais depois das fortes chuvas que atingiram o estado nos últimos dias e reforçando seu compromisso moral com a sociedade, a Prefeitura Universitária, por iniciativa do prefeito da UFRJ, Marcos Maldonado, irá atuar junto à comunidade acadêmica para multiplicar esforços e estender a rede de ajuda aos moradores das áreas atingidas, convocando a todos para contribuir com a doação de:

  • Água mineral;
  • Alimentos não perecíveis;
  • Itens de higiene pessoal;
  • Itens de limpeza;
  • Ração para cães e gatos.

As doações de roupas e sapatos não são mais necessárias. Os demais itens podem ser entregues a partir do dia 02 de março, em dias úteis, das 09h00 às 16h00, na sede da Prefeitura Universitária e na sede da Subprefeitura da Praia Vermelha, nos seguintes endereços, até o dia 16/03:

Prefeitura Universitária

Praça Jorge Machado Moreira, 100,

Cidade Universitária, Rio de Janeiro/RJ

Subprefeitura da Praia Vermelha:

Avenida Venceslau Brás, 71 – Fundos

Para maiores informações

Tel: (21) 3938-0346 / (21)99855-3767 .

E-mail: comunicacao@pu.ufrj.br .

Polilaminina: o “colar de pérolas” da ciência brasileira

Veja reportagem da UFRJ aqui.

A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Tatiana Sampaio, cuja pesquisa com a polilaminina tem possibilitado o tratamento de pessoas com lesão medular, participou na segunda-feira, 23/2, do Roda Viva, na TV Cultura.  A docente, que é chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, respondeu perguntas feitas por jornalistas de diferentes veículos de comunicação e por universitários.

 Quem assistiu à entrevista, que marca a estreia do jornalista Ernesto Paglia como apresentador do programa, pôde conhecer como se deu a descoberta da estrutura, que compõe o “colar de pérolas” da ciência brasileira. A expressão foi utilizada pela pesquisadora para facilitar o entendimento da polilaminina, versão sintetizada em laboratório da laminina:

 “No laboratório de pesquisa, utiliza-se a laminina, comercializada em potinhos pelas empresas, que precisam fracionar a grande estrutura desta proteína para extraí-la da placenta. A substância é adicionada na cultura celular, na lesão medular no rato, para cultivar seus neurônios. Um dia, estava no laboratório e, de repente, vi uma espécie de colar de pérolas na minha frente. Ao ver o jeito que as “pérolas” (a parte fracionada) se associavam e formavam este colar, passei a ter uma ferramenta para perguntar: será que a pérola tem funções diferentes do colar de pérola? Será que com colar de pérolas, consigo reproduzir no laboratório uma função melhor do que a da pérola sozinha? No laboratório, sim, no rato, sim, e como um medicamento, parece que sim”, explicou. 

Durante o programa, questões enviadas pelo público também foram direcionadas à bióloga. Além disso, a cientista acompanhou o depoimento de Bruno Freitas, um dos pacientes que foram beneficiados pelos testes feitos com a polilaminina. Entre os assuntos abordados, estiveram aspectos técnicos e metodológicos da pesquisa, indicações clínicas do uso da substância, judicialização do acesso ao tratamento, divulgação dos estudos e resultados observados, patentes e financiamento científico, exposição midiática e repercussão pública. 

Divulgação e popularização científica

Apesar de os inúmeros convites para entrevistas, participação em eventos e homenagens estarem alterando significativamente a normalidade de sua rotina diária, ainda assim a professora da UFRJ tem conseguido extrair os melhores efeitos desta popularidade em benefício do interesse público: “Nunca desejei essa exposição excessiva, mas um efeito colateral benéfico disso é trazer para a cena do debate público o financiamento à pesquisa, a importância da universidade pública, a remoção de entraves burocráticos e o questionamento do quanto o trabalho de pesquisa está sendo valorizado e transferido para impulsionar o desenvolvimento nacional. O Brasil pode avançar muito neste  sentido”, ponderou aquela que é considerada, por muitos, como uma “esperança brasileira ao prêmio Nobel”, mas que demonstrou desde o convite até a participação no Roda Viva, um comprometimento com a ciência pública e não com a autopromoção.

O próprio relato de Paglia, logo no início do programa, ilustra a postura da convidada: “Quando entramos em contato pela primeira vez com a doutora Tatiana, ela só nos fez um pedido: que essa entrevista não fosse uma simples sessão de aplausos. Portanto, professora, estamos aqui tentando atender ao seu pedido com perguntas que são cabíveis neste momento”. O compromisso responsável com a popularização da ciência também foi expresso pela preocupação da pesquisadora em informar que as aplicações intramedulares da polilaminina nos pacientes têm sido realizadas pela equipe, que recebeu treinamento para este fim.  

Além disso, a professora da UFRJ aproveitou a oportunidade para fazer um alerta para a sociedade sobre tentativas de possíveis golpes, envolvendo a polilaminina: “Os medicamentos experimentais não podem ser cobrados. Ninguém paga pela polilaminina. Ela está sendo doada e fornecida sem custos pelo laboratório Cristália”, esclareceu. Para conferir, na íntegra, a entrevista da professora Tatiana Sampaio, basta acessar o link:  https://www.youtube.com/live/74sju-jDe_E?si=AZsBsKnkndh9hzIK

PU Em Movimento Nº114

Poda de árvore e recolhimento emergencial no Instituto de Neurologia – 02/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Poda de árvore e recolhimento emergencial no Instituto de Neurologia – 02/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Poda de árvore e recolhimento emergencial no Instituto de Neurologia – 02/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Manutenção de jardins no Campus Praia Vermelha – 02/02/2026 a 06/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Manutenção de jardins no Campus Praia Vermelha – 02/02/2026 a 06/02/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Reforma de calçada na esquina da Rua Carlos Chagas e Rua Professor Rodolpho Paulo Rocco – 03/02/2026 e 05/02/2026 – Divisão de Manutenção Civil Urbana (DIMA)/Coordenação de Infraestrutura Urbana (CIEU)/Prefeitura Universitária (PU).
Pintura de ponto de ônibus em frente à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) – 02/02/2026 e 04/02/2026 – DIMA/CIEU/PU.
Manutenção de áreas verdes na Praça Jorge Machado Moreira (JMM) – 06/02/2026 – Coordenação de Operações Urbano-Ambientais (COUA)/PU.
Manutenção de áreas verdes – Plantios de arborização do Campus Cidade Universitária (CIDUNI) na Rua Milton Santos- 02/02/2026 – COUA/PU.
Instalação de banner em galhardetes – 03/02/2026 – Seção de Manutenção/ Administração de Sede/PU.
Instalação de banner em galhardetes – 03/02/2026 – Seção de Manutenção/ Administração de Sede/PU.

PU Em Movimento Nº113

Manutenção Preventiva na Subestação de Energia Elétrica em Alta Tensão CT/A1 – 29/01/2026 – DIEL/CIEU/PU.
Manutenção Preditiva e Preventiva nas Subestações de Energia Elétrica em Alta Tensão no  Instituto de Pós-Graduação e Pesquisa em Administração (COPPEAD) e Incubadora – 26/01/2026 – DIEL/CIEU/PU.
Manutenção de áreas verdes na Faculdade de Letras (FL) – 29/01/2026 – Coordenação de Operações Urbano-Ambientais (COUA)/PU.
Manutenção de áreas verdes – Poda no Centro de Ciências da Saúde (CCS) – 29/01/2026 – COUA/PU.
Visita Técnica ao Horto Universitário pela equipe dos técnicos da Divisão de Parques e Jardins da Prefeitura de Maricá – 27/01/2026 – COUA/PU.
Pintura dos dois pontos de ônibus no Centro de Tecnologia Mineral (CETEM) – 26/01/2026 e 28/01/2026 – Divisão de Manutenção Civil Urbana (DIMA)/CIEU/PU.
Distribuição de tampas e limpeza em caixa de passagem próximo ao prédio da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) – 27/01/2026 – DIMA/CIEU/PU.
Início do reparo em calçamento na Avenida Carlos Chagas Filho com Rua Rodolpho Paulo Rocco – 29/01/2026 e 30/01/2026 – DIMA/CIEU/PU.
Poda de árvores no Campus da Praia Vermelha – 29/01/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Poda de árvores no Campus da Praia Vermelha – 29/01/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Poda de árvores no Campus da Praia Vermelha – 29/01/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.
Manutenção de jardins no Campus da Praia Vermelha – 28/01/2026 e 29/01/2026 – Subprefeitura da Praia Vermelha e Unidades Externas.