





















A Prefeitura Universitária celebra o Dia Internacional da Mulher como um marco de reafirmação do compromisso institucional com a igualdade de gênero, o enfrentamento à discriminação e o combate a todas as formas de violência contra a mulher.

Que possamos avançar continuamente na construção de uma sociedade mais justa e, em especial, na consolidação de órgãos públicos como espaços verdadeiramente democráticos, diversos e seguros para todas as mulheres — sejam elas trabalhadoras ou usuárias dos serviços públicos. Que sejamos, cada vez mais, instituições que as acolham com empatia e humanidade, promovendo e fortalecendo políticas públicas capazes de enfrentar a violência de gênero e as desigualdades estruturais de forma efetiva, inclusiva e transformadora.

Às trabalhadoras da PU, expressamos o mais sincero agradecimento pela dedicação, força e competência que demonstram diariamente. Reafirmamos nossa disposição permanente de caminhar lado a lado na luta contínua por igualdade, respeito, liberdade e segurança para todas as mulheres.

Prefeitura universitária
Gestão Marcos Maldonado

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Bancos vermelhos localizados em pontos estratégicos dos campi da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com frases como “Você não está sozinha. Sentar e refletir. Levantar e agir ”: a cena descrita, que fará parte da paisagem institucional a partir de segunda-feira, 9/3, marca a adesão da Minerva à ação simbólica e educativa que integra a mobilização nacional das universidades federais no combate à violência contra a mulher. O Brasil é o quinto país do mundo que mais mata mulheres: a cada seis horas há um feminicídio. A iniciativa, coordenada pelo Instituto Banco Vermelho (IBV), foi deliberada em janeiro, durante reunião do Conselho Pleno de Reitores e Reitoras da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).
O projeto está relacionado à Lei Federal nº 14.942, de 2024, que instituiu o Banco Vermelho como uma política pública de prevenção à violência contra a mulher. No âmbito da UFRJ, a ação será oficializada por meio da cerimônia de instalação dos respectivos bancos, na segunda-feira, 9/3, em locais de ampla circulação e visibilidade: às 11h30, na Arena do Centro de Convivência, localizada no Bloco L do Centro de Ciências da Saúde (CCS); às 12h15, no hall do Bloco A do Centro de Tecnologia (CT) e do Centro de Ciências Matemáticas e da Natureza (CCMN); às 13h, no corredor principal da Faculdade de Letras, situado no Centro de Letras e Artes (CLA); às 15h, entre a Escola de Serviço Social e o Instituto de Psicologia, no Campus Praia Vermelha.
Na ocasião, também haverá um cortejo performático com música, dança e poesia, idealizado e realizado por professoras da Escola de Educação Física e Dança (EEFD) da UFRJ, pela ouvidora da mulher, Angela Brêtas, e pela ouvidora-geral, Katya Gualter.
“A intenção é chamar a atenção, de forma mais ampla e impactante, sobre o feminicídio, a violência de gênero e todas as demais formas de violência contra a mulher. A cor vermelha do banco faz menção ao sangue das mulheres, derramado cotidianamente, e também traz um alerta pela vida, pois as mulheres não podem continuar sendo mortas por serem mulheres. Não podemos naturalizar pequenos gestos violentos e de desrespeito. Os homens precisam ser aliados nesta luta. A ideia da iniciativa é conscientizar, educar, criar marcos de memória, além de divulgar os canais de denúncia. Trata-se de uma forma preventiva e pedagógica de promover reflexão acerca das relações que estamos vivendo neste sistema marcado pelo patriarcado, pela misoginia e pelo sexismo”, explica Brêtas, que, juntamente com Gualter, ficou responsável por dar andamento à inauguração dos bancos na UFRJ.

Na terça-feira, 10/3, a mobilização pela vida das mulheres continua com a inauguração de mais dois bancos vermelhos na Universidade: às 12h, no Centro Multidisciplinar, e às 16h, no Instituto de Biodiversidade e Sustentabilidade (Nupem), ambos em Macaé. A iniciativa ainda prevê instalações no campus Duque de Caxias e no polo Casa da Pedra, localizado no Cariri, Ceará, com datas a serem definidas ainda no mês de março. A vice-reitora da UFRJ, Cássia Turci, destaca o significado da participação da Minerva nesta ação emblemática:
“A adesão da UFRJ à Campanha do Banco Vermelho reafirma o compromisso inegociável da instituição com a defesa da vida e a erradicação de todas as formas de violência contra a mulher. Ao instalar esse símbolo em nossos campi, provocamos uma reflexão cotidiana e necessária sobre o enfrentamento do feminicídio e a construção de uma cultura de paz. Como centro de formação e debate, a Universidade tem o dever de ser um farol na conscientização e no acolhimento, transformando a memória e a indignação em ações concretas de prevenção, educação e justiça. Participar desta iniciativa é dizer, em uníssono com a comunidade acadêmica, que o silêncio não é uma opção diante da violência”.

No combate ao silêncio a que se refere Turci, a Ouvidoria da Mulher da UFRJ oferta meios de atendimento e denúncia às mulheres da comunidade universitária que sejam atingidas pelos diversos tipos de violência ou assédio: pela Plataforma Integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação (Fala.BR); pelo e-mail secouvidoria@reitoria.ufrj.br; pelo telefone (21 99782-4462) e pelo Instagram (@ouvidoriaufrj). A população em geral também pode recorrer à Central de Atendimento à Mulher pelo telefone 180, serviço de utilidade pública do Governo Federal que registra e encaminha denúncias de violência contra a mulher aos órgãos competentes.
A Prefeitura da Universidade Federal do Rio de Janeiro se prepara para voltar a receber os estudantes após o fim do recesso acadêmico na próxima semana. De acordo com planejamento prévio de suas equipes técnicas, a Prefeitura Universitária está executando ações nas áreas de meio ambiente, infraestrutura, trânsito e transporte para garantir a segurança e o bem-estar da comunidade acadêmica.
O prefeito universitário, Marcos Maldonado, avaliou a operação:
” Com o retorno às aulas presenciais após o recesso acadêmico, cerca de 120 mil pessoas devem voltar a circular diariamente na Cidade Universitária e isso requer a intensificação das operações da Prefeitura Universitária. Reconhecemos os desafios para tornar o Fundão – uma área que possui 5 milhões e 236 mil metros quadrados de extensão e de perímetro aberto – um local mais adequado para as atividades acadêmicas e administrativas. A insuficiência de recursos é uma realidade, mas não é um fator impeditivo para o trabalho da PU. Pelo contrário, as dificuldades são um incentivo a mais para sermos criativos e buscarmos alternativas para executar tudo aquilo que é necessário. E, com muito trabalho e cooperação, estamos fazendo o que o corpo social e as vias públicas da UFRJ precisam: limpando, iluminando, fechando buracos, fiscalizando e reorganizando o transporte público”.
Confira as ações executadas:

A Divisão de Transporte Público (Ditransp) reforçou a fiscalização e orientação quanto à execução do contrato junto à empresa contratada, Real Brasil, com a readequação dos horários e itinerários para o período letivo.
Além disso, a Ditransp apoia os setores da PU com a gerência dos contratos de Caminhão Munck e Retroescavadeira para as atividades de manutenção e limpeza do Campus , manutenção/instalação de câmeras de monitoramento; manutenção, troca e instalação de iluminação pública nos estacionamentos; manutenção de redes de abastecimento e esgotamento de água; apoio para manutenção de calçadas e reparos na área civil e urbana.
Além das ações de manutenção de áreas verdes e limpeza rotineiras, o foco das ações para o retorno às aulas tem sido atuar onde há maior fluxo de alunos, como, por exemplo, nos pontos de ônibus e no entorno da Residência Estudantil e dos Restaurantes Universitários.












Vistoria visual semanal das redes hidrossanitárias urbanas da Concessionária Águas do Rio para detectar possíveis ocorrências e contato constante com a equipe responsável da Concessionária para a solução de problemas que possam impactar nas atividades cotidianas das unidades.
Utilize o nosso whatsapp (21) 99871-1621 ou abra um chamado para enviar solicitações, sugestões, dúvidas e reclamações sobre os serviços prestados pela PU: transporte (interno e intercampi), trânsito, meio ambiente (manutenção de áreas verdes, limpeza urbana), infraestrutura e manutenção urbanas (água, esgoto e rede elétrica, buracos, sinalização, mobiliário urbano), abandono de animais e apoio à segurança. Uma UFRJ melhor a cada dia é trabalho de todos!















Ciente da gravidade da situação em Minas Gerais depois das fortes chuvas que atingiram o estado nos últimos dias e reforçando seu compromisso moral com a sociedade, a Prefeitura Universitária, por iniciativa do prefeito da UFRJ, Marcos Maldonado, irá atuar junto à comunidade acadêmica para multiplicar esforços e estender a rede de ajuda aos moradores das áreas atingidas, convocando a todos para contribuir com a doação de:
As doações de roupas e sapatos não são mais necessárias. Os demais itens podem ser entregues a partir do dia 02 de março, em dias úteis, das 09h00 às 16h00, na sede da Prefeitura Universitária e na sede da Subprefeitura da Praia Vermelha, nos seguintes endereços, até o dia 16/03:
Praça Jorge Machado Moreira, 100,
Cidade Universitária, Rio de Janeiro/RJ
Avenida Venceslau Brás, 71 – Fundos
Tel: (21) 3938-0346 / (21)99855-3767 .
E-mail: comunicacao@pu.ufrj.br .

Veja reportagem da UFRJ aqui.
A professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Tatiana Sampaio, cuja pesquisa com a polilaminina tem possibilitado o tratamento de pessoas com lesão medular, participou na segunda-feira, 23/2, do Roda Viva, na TV Cultura. A docente, que é chefe do Laboratório de Biologia da Matriz Extracelular do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ, respondeu perguntas feitas por jornalistas de diferentes veículos de comunicação e por universitários.
Quem assistiu à entrevista, que marca a estreia do jornalista Ernesto Paglia como apresentador do programa, pôde conhecer como se deu a descoberta da estrutura, que compõe o “colar de pérolas” da ciência brasileira. A expressão foi utilizada pela pesquisadora para facilitar o entendimento da polilaminina, versão sintetizada em laboratório da laminina:
“No laboratório de pesquisa, utiliza-se a laminina, comercializada em potinhos pelas empresas, que precisam fracionar a grande estrutura desta proteína para extraí-la da placenta. A substância é adicionada na cultura celular, na lesão medular no rato, para cultivar seus neurônios. Um dia, estava no laboratório e, de repente, vi uma espécie de colar de pérolas na minha frente. Ao ver o jeito que as “pérolas” (a parte fracionada) se associavam e formavam este colar, passei a ter uma ferramenta para perguntar: será que a pérola tem funções diferentes do colar de pérola? Será que com colar de pérolas, consigo reproduzir no laboratório uma função melhor do que a da pérola sozinha? No laboratório, sim, no rato, sim, e como um medicamento, parece que sim”, explicou.
Durante o programa, questões enviadas pelo público também foram direcionadas à bióloga. Além disso, a cientista acompanhou o depoimento de Bruno Freitas, um dos pacientes que foram beneficiados pelos testes feitos com a polilaminina. Entre os assuntos abordados, estiveram aspectos técnicos e metodológicos da pesquisa, indicações clínicas do uso da substância, judicialização do acesso ao tratamento, divulgação dos estudos e resultados observados, patentes e financiamento científico, exposição midiática e repercussão pública.
Apesar de os inúmeros convites para entrevistas, participação em eventos e homenagens estarem alterando significativamente a normalidade de sua rotina diária, ainda assim a professora da UFRJ tem conseguido extrair os melhores efeitos desta popularidade em benefício do interesse público: “Nunca desejei essa exposição excessiva, mas um efeito colateral benéfico disso é trazer para a cena do debate público o financiamento à pesquisa, a importância da universidade pública, a remoção de entraves burocráticos e o questionamento do quanto o trabalho de pesquisa está sendo valorizado e transferido para impulsionar o desenvolvimento nacional. O Brasil pode avançar muito neste sentido”, ponderou aquela que é considerada, por muitos, como uma “esperança brasileira ao prêmio Nobel”, mas que demonstrou desde o convite até a participação no Roda Viva, um comprometimento com a ciência pública e não com a autopromoção.
O próprio relato de Paglia, logo no início do programa, ilustra a postura da convidada: “Quando entramos em contato pela primeira vez com a doutora Tatiana, ela só nos fez um pedido: que essa entrevista não fosse uma simples sessão de aplausos. Portanto, professora, estamos aqui tentando atender ao seu pedido com perguntas que são cabíveis neste momento”. O compromisso responsável com a popularização da ciência também foi expresso pela preocupação da pesquisadora em informar que as aplicações intramedulares da polilaminina nos pacientes têm sido realizadas pela equipe, que recebeu treinamento para este fim.
Além disso, a professora da UFRJ aproveitou a oportunidade para fazer um alerta para a sociedade sobre tentativas de possíveis golpes, envolvendo a polilaminina: “Os medicamentos experimentais não podem ser cobrados. Ninguém paga pela polilaminina. Ela está sendo doada e fornecida sem custos pelo laboratório Cristália”, esclareceu. Para conferir, na íntegra, a entrevista da professora Tatiana Sampaio, basta acessar o link: https://www.youtube.com/live/74sju-jDe_E?si=AZsBsKnkndh9hzIK.



































